Oração intercessória, uma oração que faz sentido

Postado em 3 de Julho de 2009 por Daniel

Tu sabes que, hoje, quase não oro.Não oro mais como antes.Aprendi a fazer silencio.Silenciar a alma é hoje minha oração mais eloquente.O que Lhe contar, que Tu já não o sabes desde sempre?O que pedir, se Tu sabes bem do que de fato preciso?Como Te agradecer, se não encontro em meu vocabulário, uma palavra sequer que esteja a altura de quem Tu és?Há um único motivo que me  faz Lhe dirigir algumas palavras, A INTERCESSÃO.Me por diante de Ti por alguém, por alguns, por muitos.E, para simplificar minha intercessão em favor de tantos, já que, só Tu sabes o que cada um precisa, Oro assim:Oro pra que os fardos pesados sejam tirados da alma, do coração, do espírito e  do corpo de muitos que comigo convivem, e de mim esperam algum tipo de cuidado.Oro pra que eu possa amparar alguns, de um modo que  seus fardos não lhe sejam tão pesados. Oro e tento ficar por perto para caminhar junto dividindo as cargas.Oro pra que, em alguns casos, o peso seja transferido para mim, pois, alguns, ja não suportam mais tanto peso.( recordo com emoção e gratidão a oração feita por um menino, orando em meu favor, em um dia muito triste. Ele orou assim: “Pai, transfere este peso para mim, para que meu irmão caminhe melhor”) Jamais esquecerei esta oração.Oro, especialmente, por  alguns cujos pesos eu ajudei a criar, por conta dos meus erros, meus enganos e auto-enganos, meus pecados, minhas complexidades de alma.Sim, sobre estes sei bem o que pedir, alem de lhes pedir perdão.Que lhe sejam aliviadas as cargas e que os meus atos não lhes cause mais danosQue eu carregue estes pesos pra que estes caminhem com mais leveza nos caminhos da vida.Assim oro em seu favor, em favor de alguns e de tantos outros que esperam que assim eu ore e interceda. Assim faço, em Cristo, amem.Carlos BregantimTô contigo nessa Brega! Daniel Bedhung

Lei da oferta e da procura…

Postado em 28 de Junho de 2009 por Daniel

Também pelos peixes dos lagos. Os Bem-ti-vi amam tentar pescar algum peixe, e, frequentemente, o conseguem…
Além disso, quando está muito seco eu faço as árvores do jardim choverem… Instalei uns sprinklers no topo das árvores, e, assim, quando está seco demais, vou lá e chovo; então os pássaros voam todos, aos montes, e celebram como o fazem quando, em dias muitos secos e depois de longos períodos, caem as primeiras chuvas.
É uma maravilha para a alma!…
Mas se não houvesse a oferta não haveria a procura!
Portanto, tudo depende do que se oferece.
Ofereça o que pássaros gostam e pássaros aparecerão.
Ofereça o que abutres gostam e abutres aparecerão.
E mais:
Rato também gosta do que pássaro gosta.
Por isto, às vezes, a gente tem que ver o que pode ‘segurar’ o que se deseja sem ‘atrair’ demais o que não se quer.
Por vezes a sabedoria manda regular a oferta…
Mas quando se encontra o equilíbrio, cria-se um sistema de vida com auto-sustentabilidade, e, assim, basta que se mantenha a coerência, pois, a vida ganhará automaticidade e harmonia.
É simples assim…
A árvore corresponde à semente…
Do mesmo modo é pela oferta que se atrai ou não o que se queira ou não…
Portanto, veja se o que lhe procura na vida não vem em razão do que você oferece como alimento para a existência todos os dias!…
Quem oferece carniça não pode se queixar de urubus.
Assim, não se queixe do mundo. Apenas reveja a sua oferta à vida.
O que você oferece à vida?
De que são feitos os seus pensamentos?
Quais os materiais que sua existência fornece aos outros?
Sim, o que procede de você como oferta à vida?
Neste mundo os faros sempre acham o que amam comer…
Assim, antes de tudo, pergunte-se:
Por que será que eu só atraio o que depois tenho que mandar embora?
Não atraio eu quase que somente aquilo que ofereço como alimento à existência?
É claro que sim!
Nosso jardim comprova essa Lei da Existência!
 
 
Caio
28 de junho de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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Equilíbrio

Postado em 25 de Junho de 2009 por Daniel

Cheguei do outro lado do rio

Depois que toquei em várias águas 

E já não há mais excessos

Já não sou excessivamente nada

Não sou excessivamente bom

Não sou excessivamente mal

Não sou excessivamente belo

Não sou excessivamente feio

Encontrei na excessividade das coisas o lado negro dos homens

O bom se tornou presunçoso

O justo pervertido 

Hoje até mesmo amar é na medida em que minha humanidade permite

Só Deus é Amor além de amar

Não sou mais excessivamente inclusivo

Não sou mais excessivamente exclusivo 

Já não sou mais responsável por tudo que cativo

Sei que na verdade somos responsáveis por nós mesmos e mais nada

No mais está o amor que rege a relação livre dos homens   

Os inclusivistas perderam a personalidade

Os exclusivistas perderam a sensibilidade 

Não sou mais excessivamente santo

Não sou mais excessivamente pecador

Sou apenas pecador e isso já é o bastante

E no reconhecimento desta verdade está minha santidade

Não sou mais excessivamente otimista

Não sou mais excessivamente pessimista

Não busco nem as alturas e nem os abismos 

Todos aqueles que chegaram aos extremos se perderam nas veredas da vida

Hoje busco apenas o equilíbrio

O Caminho da paz e a vereda da Graça

Ivo Fernandes 

Meu coração se apegou a você!

Postado em 12 de Junho de 2009 por Daniel

Dedico esta poesia do Ido para minha amada Angêla neste dia dos namorados.

Ela é peça fundamental na redenção de Deus em minha vida. Sinto o amor de Deus através dela. E a Ana Beatriz, já participa disto também, mesmo sem saber!

Amo você, meu amor!

Daniel Bedhung

Meu coração se apegou a você!
Não sei dizer

Por que você insiste em me rodear?

Em meio a dor

Laços de amor que eu não consigo soltar
Qual a razão

Do investir em minha vida

Se lá atrás

Nada queria saber de você
Só seu amor

Traz a razão pra essa história

Meu coração se apegou a você
Só seu amor

Traz o sentido à vida

Meu coração se apegou a você

Ido Alves

A Ética do Reino

Postado em 3 de Junho de 2009 por Daniel

Quando falamos em ética é natural associarmos esse tema aos valores morais de uma sociedade, mas quando nos referimos à ética do Reino não podemos fazer isso, pois a moral que é a base do conhecimento humano sobre o “certo e errado” nasce da condição alienada do homem de Deus. Assim, as expressões “bem e mal”, “moral e imoral”, “valor e sem valor”, “autêntico e não autêntico” não são termos que se aplicam quando falamos de ética do Reino.Enquanto a moral divide a vida entre coisas permitidas e proibidas a ética do Reino aponta para o que É. Todo conhecimento moral é um conhecimento humano, que está direcionado para si mesmo, ou seja, a moral nasce do olhar do homem posto sobre si mesmo. Por meio dela os homens criam suas leis e exercem seus juízos.Jesus que anunciou a ética do Reino está na contramão desta moral. Por isso não encontramos verdadeiro diálogo entre Cristo e os fariseus que tão bem representavam a moral, e isso porque Jesus e os fariseus estavam em níveis completamente diferentes de realidade. As respostas de Jesus não respondiam a pergunta do fariseu por não ser da mesma natureza.A moral nasce marcada pela culpa e pela vergonha. A consciência humana é marcada por este estado, e, portanto, busca sempre resolver esta tensão. A religião é a que melhor apresenta essa tensão, esse conflito entre o “bem e o mal”, e por meio dela sempre se tentou trazer Deus para nossa esfera de conhecimento, buscando Dele uma resposta de acordo com nossa pergunta, porém Ele não age a partir do conhecimento do bem e do mal.Jesus nos apresentou a ética do Reino como anulação da moral, pois se o Reino é Reconciliação e a moral a afirmação da alienação, onde houver o Reino não haverá moral, mas apenas Unidade. Na moral não há mudanças de realidade, mesmo cumprida o “bem” da moral ela não altera o estado de alienação humana.Onde houver juízo que separa, há moral como base do juízo. Onde houver moral está presente o estado da alienação. Onde houver Reino há a vontade de Deus que é a reconciliação. E a vontade de Deus é um saber que não se configura como saber humano, antes é um saber sem saber do “bem e do mal”, mas apenas da reconciliação. E quem sabe este não-saber sabe todas as coisas.O religioso por saber o “bem e o mal” classifica meritoriamente seus atos, fazendo de seu bem um mal. Os filhos do Reino não sabem do “bem”, mas apenas do que É, por isso, são surpreendidos quando isso os for revelado (Mt 25.31ss.).Nem mesmo o auto examinar-se dos filhos do Reino é realizado por este saber alienado, mas em Cristo, por meio do qual sabemos a vontade de Deus. Assim sem Cristo em nós não há como se fazer exame de si mesmo.O saber dos filhos do Reino é o saber do Amor, que é a revelação de Deus, Jesus Cristo. Este saber tem origem em Deus e não em nós, assim este Amor é divino. E entre os homens o divino chama-se Jesus. Amor é sempre Ele mesmo. E ele é a reconciliação de todos em Si mesmo. Desta forma concluímos que onde houver um saber que separa, que divide, que segrega, que julga, que exclui ali não há o Reino.Ivo Fernandes14 de maio de 2009

O si-mesmo e a humanidade do discípulo

Postado em 29 de Maio de 2009 por Daniel

Nas reuniões de estudo de discipulado com Caio Fábio, após ele ter explanado que o discípulo deveria negar a si mesmo, mas não deveria negar a sua própria humanidade, alguém fez a seguinte pergunta:Como eu faço para diferenciar a humanidade do discípulo e os caprichos do si mesmo?Que foi respondida da seguinte forma:A humanidade do discípulo quer ser vestida. O si mesmo diz: “depende de com o quê”.A humanidade do discípulo pede água. O si mesmo diz: “tanto faz se rolar”.A humanidade do discípulo diz “Por que me desamparaste?”. O si mesmo diz: “eu sabia que eu não podia confiar”.A humanidade do discípulo diz “Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem”. O si mesmo diz: “Porque eles não sabem o que fazem, eu sabia que era isso que iria acontecer”.A humanidade do discípulo assume tudo aquilo que seja genuinamente humano. O si mesmo chama de humano o que é adereço, o que é valor agregado, frequentemente pervertido.A humanidade do discípulo reconhece a necessidade do abraço. O si mesmo quer viver para todos os abraços.A humanidade do discípulo não tem nenhum medo de dizer que está com fome. O si mesmo, se puder, transforma pedra em pão.A humanidade do discípulo olha e sabe quem é, mas não aceita nenhuma oferta para pular do pináculo do templo, desce pela escada. O si mesmo não resiste, se arremessa para o show.A humanidade do discípulo, mesmo carregando a mais importante de todas as missões, não crê nunca que os fins justificam os meios. O si mesmo não resiste e, ao ouvir “Tudo te darei se prostrado me adorares”, prosta-se, põe-se de quatro e adora [ao diabo]. Essa é a diferença entre uma coisa e outra.Caio FábioColaboração: Walter Cruz*Assista a série de mensagens na VEM&VÊ TV.

Amor entre pais e filhos

Postado em 23 de Maio de 2009 por Daniel

Conheço muitos pais que não amam os filhos.
Também conheço em quantidade ainda maior filhos que não amam os pais.
Entretanto, quando os pais amam de verdade e os filhos também, nem assim o amor do filho será maior do que o amor do pai.
Eu amei e amo meus pais; hoje, entre nós, apenas a minha santa mãezinha permanece.
Sei que, por exemplo, em relação ao meu pai, além de filho, meio que nasci amigo dele. Mas somente foi assim porque ele era meu amigo antes de eu me sentir filho e amigo dele, ainda na infância.
Entretanto, mesmo louco por ele, fui capaz de levá-lo até ao inferno da dor e das aflições por mim na juventude.
O amava tanto, e sabia que o entristecia tanto, que, de repente, comecei a sentir um ódio conveniente dele…
Depois veio a conversão… E com ela a nossa amizade se tornou paternal e filialmente eterna.
Todavia, hoje, me lembrava de como amava a ele a minha mãe, mas, no auge de tudo, no tempo dos píncaros de compromissos, muitas vezes eles vinham ao Rio estar comigo — pois, eu andava sem tempo de ir à Manaus — e eu não podia estar com eles…
Assim mesmo os bichinhos ficavam lá, entretendo os netos, buscando me viver e me provar sem mim…
Eu, porém, os amava; embora, meu amor não visse a importância do sacrifico deles…
Foi preciso que meus filhos crescessem e passassem a me amar com a mesma dedicação de tempo que eu dava aos meus pais para que eu entendesse meus pais; ainda que eles nunca tenham me dito nada.
E quando decidi reclamar dos filhos que nem sempre me sentia nas prioridades deles, depois que ficaram adultos e eu me dispunha a parar tudo para estar com eles, foi que, de súbito, me lembrei que fizera a mesma coisa, embora amando, e que meus pais nunca me haviam dito nada.
Hoje eu sei que até nisso Jesus foi o Único.
Sim! Ele foi e é o único filho a amar o pai assim como o pai ama o filho!
O ideal de Deus em Jesus é que todo filho cresça para amar o pai assim como o pai ama o filho; quando há amor, é claro.
Entretanto, enquanto isto, devemos saber que são os pais que entesouram para os filhos, e não os filhos para os pais.
 
Nele, que me ensina a ser filho a fim de que eu possa ser pai,
 
 
Caio
24 de abril de 2009
Copacabana
RJ
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CEO do Google pede para jovens desligarem seus computadores

Postado em 20 de Maio de 2009 por Daniel

Erick Schimdt, presidente e CEO do Google, pediu para os jovens desligarem seus computadores para se dedicar à parte humana da vida.De acordo com o jornal The Huffington Post, a frase foi dita nesta segunda-feira (18), durante um discurso na cerimônia de formatura na Univerdade da Pensilvânia dos Estados Unidos para seis mil estudantes.Schimdt disse aos estudantes que eles precisam se aproximar das pessoas. “Desliguem seus computadores. Está na hora de vocês desligarem o telefone e descobrir tudo o que é humano ao nosso redor. Não há nada melhor do que segurar a mão do seu neto quando ele está dando os primeiros passos”.O CEO do Google é doutorado pela Universidade da Califórnia e durante a cerimônia recebeu um diploma de doutor honorário em Ciência. Segundo Amy Gutmann, presidente da universidade, o título reconhece as contribuições de Schmidt à humanidade. “Por ter dedicado sua carreira para criação de uma nova era de aprendizado potencializado pela tecnologia.”Schmidt já havia recebido no domingo (17), uma graduação semelhante na Universidade Carnege de Pittsburgh.Com informações Terra TecnologiaRedação Adnewshttp://www.adnews.com.br/tecnologia.php?id=88419http://salvospeloamor.bogspot.com/  Deus te abençoe.Alessandro de Lima

Papo de Graça

Postado em 18 de Maio de 2009 por Daniel

Todos os dias a partir das 15:30h com a participação do Pr. Caio Fábio e convidados.Clique no banner para acessar o site da Vem & Vê TV

AS DIGITAIS DE DEUS EM TODAS AS COISAS CRIADAS

Postado em 15 de Maio de 2009 por Daniel

Leitura sugerida: Romanos 8.O Universo é hoje descrito como tendo tantos fenômenos quanto seja impossível imaginar.As variáveis encontradas no Universo são praticamente inconcebíveis para as nossas mentes, embora seja a nossa mente que perceba tal impossibilidade de conceber todas as variáveis do Universo.

É a Gravidade; é a anti-Gravidade; são os Buracos Negros que surgem de estrelas que, perdendo a vida, caem para dentro de si mesmas, passando a sugar tudo o que chegue à proximidade de seu Horizonte de Eventos; são Buracos Brancos, sendo exatamente o oposto dos Negros: fontes de onde jorram novos materiais; é a Massa Negra, que expande o tempo/espaço; são os Buracos de Minhoca, que são passagens instantâneas no tempo/espaço, possibilitando teoricamente viagens no tempo, tanto para o passado [uma impossibilidade filosófica], quanto para o futuro [uma possibilidade filosófica].

Ora, os Buracos Negros são de tipos diferentes, cada qual com sua própria característica; e isso para não falarmos nos ambientes mínimos da matéria, no mundo quântico, no qual a lei é a das totais possibilidades como probabilidade; sendo que tal ambiente é alterável até mesmo pelo olhar de um observador, tamanha é sua impermanência.

E isto sem se falar que em cada galáxia podem existir peculiaridades tão grandes que seria como se para cada coisa que já se sabe houvesse infinitas para saber; e isto pelo mero cruzamento do que nós já sabemos.Além disso, o cruzamento das implicações do que a Física já sabe, abre a possibilidade de que este seja apenas um Universo entre bilhões de outros.

Nesse caso, toda essa grandeza que já nos esmaga, nada seria além de uma bolha num mar infinito de bolhas coladas umas às outras.Ou seja:Hoje podem estar sendo criados milhões de Cosmos, enquanto a gente tira meleca do nariz, discute teologia e estuda Deus.

O Senhor, todavia, olha para estas coisas e as vê como se nada fossem!Não sei nada além de minha total ignorância. Entretanto, se eu sou um humano e se tenho consciência mínima acerca do que seja o ambiente Cósmico no qual existo, não importando quantos mais outros seres nos Universos ou nos Universos estejam tendo a mesma experiência [de auto-conhecimento e interpretação das grandezas máximas e mínimas da existência estudável] — então, sou parte do maior experimento que com a minha mente eu possa discernir: esse que faz com que exista a mente; a consciência; a auto-percepção; e os encontros com todos os fenômenos humanos de auto-percepção certa ou equivocada; que é o que constitui o mundo como o conhecemos e ante ao qual nos aturdimos.

Quanto mais penso saber o pouco que seja possível discernir dos fenômenos do Universo em suas múltiplas manifestações, mais vejo que o mundo dos humanos se parece, em seu processo de continua criação na direção da Nova Jerusalém, com o modo como Deus trabalha Hoje no ou nos Cosmos.Antes, há alguns anos, o Macro Universo parecia ser bastante estável e fixo. De súbito, com os telescópios avançadíssimos que agora são usados, nasceu um mundo de Universos em morte, ressurreição, nascimento, casamentos, divórcios; positividades e negatividades; fogo e gelo, luz e trevas, dádiva e egoísmo de absorção.

Ou seja:Os fenômenos observáveis na continua criação de Deus no ou nos Cosmos, nos remete para outro modo de observar fenômenos parecidos e manifestos na confecção por vezes caótica do Novo, o qual nos está prometido como sendo um Novo Céu e uma Nova Terra, nos quais existirá amor, verdade e justiça; esses sim, os maiores bens e fenômenos do Universo; deste ou de qualquer outro, pois Deus é amor.

No fim tudo isto é apenas para que nasça o amor!Sim! Cada coisa, cada processo, cada caos ou jardim, sim, tudo é apenas que para que chegue o Dia do Aparecimento Final e Consumado do Amor; visto que se Deus é amor, será Amor o formato final de toda a Criação.

Esta é a esperança da criação, conforme Paulo o diz escrevendo aos Romanos.

Um dia veremos a glória de Deus em todas as Suas criaturas e criações; pois, no final, tudo ficará exatamente como Ele é; e Ele é amor.

Nele, que trabalha até agora,

Caio

12 de março de 2009

Lago NorteBrasíliaDF

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